OLINDA PROMOVE CAPACITAÇÃO
PARA
CONSELHEIROS DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS
Olinda sediou,
nesta terça-feira (19), a primeira capacitação para conselheiros de Políticas
sobre Drogas. O encontro, realizado no auditório da Uninassau, em Casa Caiada,
é de natureza fundamental para a construção de políticas públicas sensíveis e
eficazes para a cidade. Na oportunidade, diversos representantes da sociedade
civil trocaram experiências exitosas e ampliaram o conhecimento sobre as
dimensões que envolvem o uso de substâncias psicoativas.
O processo de
formação permite que os conselheiros compreendam os desafios das drogas, que
envolvem não apenas questões de saúde, mas também de direitos humanos,
segurança pública, educação e inclusão social. “Entre os nossos pilares está um
trabalho de formação contínua, que possibilita o desenvolvimento de estratégias
mais eficazes de prevenção, sempre com base em dados e evidências científicas.
O propósito fundamental é de realmente atender às necessidades da população”,
destacou a secretária executiva de Políticas sobre Drogas de Olinda, Rosely
Chaves.
Entre os
participantes, esteve João Domingos, presidente do Conselho
Municipal de Direitos Humanos de Olinda; Gilson Barbosa,
vice-presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Olinda; Cristina
Santiago, secretária executiva do Conselho Municipal de Saúde de Olinda;
e Débora Fonseca, presidente do Conselho Estadual de Políticas
sobre Drogas de Pernambuco. Recentemente, o município de Olinda aprovou o Plano
Municipal de Políticas Sobre Drogas. O instrumento é resultado de pesquisas e
rodas de conversa com a população da cidade, que elencou propostas e
prioridades.
De acordo com a
organização, a formação também é importante para sensibilizar os conselheiros
sobre abordagens de redução de danos, que priorizam a saúde e a dignidade dos
usuários, minimizando os impactos negativos do uso de substâncias. Além disso,
ao promover a inclusão social e o respeito aos direitos humanos, o trabalho
assegura que as políticas sobre drogas não sejam punitivas, mas sim orientadas
para a reintegração social e a promoção da cidadania.

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